segunda-feira, 6 de outubro de 2014





Na tentativa de encontrar uma definição para cibercultura e se atendo ao fato dela abranger o espaço dentro da cultura na sociedade, envolvendo as tecnologias emergentes, chega-se à concepção de que ela é a própria cultura contemporânea tangida pelas mídias digitais, atendendo a uma demanda da evolução da humanidade e tem sua origem na otimização dos processos comunicacionais e informativos.

De acordo com Pierre Lévy, temos de identificar o meio da sua criação, na qual ela emerge e se transforma, o ciberespaço. Produzida nesse contexto, não possui nem centro, nem diretrizes. É vazio, sem conteúdo particular, mas que aceita todos ao mesmo tempo, pois a cada novo nó da rede, redes em expansão constante, qualquer um pode tornar-se produtor e emissor de novas informações, numa universalidade do acontecimento, num sistema da desordem  com transparência labiríntica e com falta de totalidade, o que seria a essência paradoxal da cibercultura.  


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É  claro que houve muita polêmica contra e a favor desse desenvolvimento tecnológico, inclusive, chegou-se a falar de "fim do futuro", mas é fato que todos nós nos rendemos à utilização deste ciberespaço, sendo atraídos e seduzidos pela instantaneidade social que ele oferece, fazendo com que nos conectemos ao mundo no alcance de um simples click ou touch. Nos possibilitando" estar aqui e agir à distância", ampliando nossas formas de ser e agir no mundo, permitindo assim maior mobilidade, o que aliás, é algo inédito, sem precedentes em nossa história.  





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