Então a vida!
O brilho do ouro seria de um resplendor latente
não fosse o breu seco que repousa ao seu redor,
porém, um dourado planta do centro,
quase numa luta tímida de tentar se engrandecer
e tomar o espaço desse negro clandestino.
Sim, clandestino, pois se encontra em um lugar
que parece não ser o seu e tenta tomar uma órbita
que não te pertence.
Por que?
Será talvez você necessário?
Há um propósito para isso?
Será você o reflexo de algo que não queremos ver,
mas sabemos que existe?
Será?